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50 Anos de "A Sobrevivência do Espírito" - 6/26/2008 - 8:26:10 AM

50 anos do lançamento de "A Sobrevivência do Espírito", do autor espiritual Ramatís, psicografada por Hercílio Maes.
A Editora do Conhecimento produzirá uma edição comemorativa, com tiragem limitada de 200 exemplares, em papel especial. Os 50 primeiros clientes a adquirir a obra levarão para casa um exemplar personalizado (seus nomes constarão no corpo do livro).




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A Teia
Dolores
Ksenia
O Perdão
Samadhi


A.Van Der Naillen

Sinopse:  Cavalheiro da Ordem de Leopoldo da Bélgica, presidente da Academia de Ciências da Califórnia, membro diplomado do Instituto Geral Psicológico de Paris, e representante máximo no Ocidente da mais antiga e misteriosa Fraternidade do Himalaia (Índia).

Alice Bailey
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Nascida em 1880, em Manchester, na Inglaterra, no seio de uma família abastada, Alice Bailey começou a trabalhar ainda muito jovem em diferentes atividades cristãs, passando a dirigir sessões e sermões evangélicos com grande desenvoltura a partir dos 20 anos. Mas foi após sua união com Foster Bailey, seu segundo e inseparável companheiro, que sua obra tomou vulto, passando a representar um marco notável na espiritualidade do século XX, pelo manancial de conhecimento aportado e pela raríssima clareza de expressão com que esclarece eternas verdades e princípios espirituais que regem o mundo.
Alice Bailey morreu em 1949, aos 65 anos, deixando 24 livros, escritos durante 30 anos de inspiração, dentre eles: Iniciação Humana e Solar, A Luz da Alma, Um Tratado sobre os Sete Raios e A Consicência do Átomo.

Allan Kardec
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Allan Kardec é o pseudônimo do fundador da Doutrina Espírita. Nascido em Lyon, na França, em 3 de outubro de 1804, com o nome de batismo Denizard Hippolyte Léon Rivail, pertencia a uma família católica que privilegiava a educação, a cultura, a ciência e a moralidade, tendo sido educado, portanto, sob uma atmosfera que facilitou a execução da obra missionária que lhe fora determinada pelo Alto: a de observar, organizar, estudar, sintetizar e compilar ensinamentos ditados pelos Espíritos Superiores, para a propagação das verdades morais sobre a Terra. Desde muito jovem, manifestou grande aptidão pelas áreas de educação e filosofia, o que foi confirmado durante os anos de estudo no instituto de educação suíço dirigido por Pestalozzi, célebre professor que imprimia ao seu sistema de educação a filosofia da austeridade e brandura, ao mesmo tempo. Com ele, Kardec adquiriu as bases sólidas da cultura humanística e pedagógica que possibilitaria mais tarde a edificação de suas obras como educador e, sobretudo, como missionário das novas revelações. “Não sou o inventor nem o criador de nada. Observei e estudei os fatos com cuidado e perseverança; ordenei-os e deduzi-lhes as consequências. Sou apenas um instrumento nas mãos da Providência, e dou graças a Deus e aos bons espíritos que se serviram de mim, o que aceitei com alegria. Esta será a obra de minha vida”, disse ele em relação à sublime tarefa da Codificação.
Mas Kardec não trabalhou sozinho; contou com uma equipe de médiuns e colaboradores de boa vontade que o auxiliaram no criterioso método de análise e confirmação das mensagens direcionadas pelos espíritos. E é isso que assegura a legitimidade de suas obras, fazendo delas o farol reluzente em que todos devem guiar-se para evoluir moralmente e construir uma sociedade mais justa e fraterna, a fim de encontrar a felicidade eterna.
Kardec desencarnou em 31 de março de 1869, aos 64 anos, em plena atividade literária, deixando publicadas cinco obras básicas, entre elas O Evangelho Segundo o Espiritismo, que pode ser considerada um verdadeiro guia de estudos enviado pelos espíritos benfeitores para a perfeita compreensão das lições ensinadas por Jesus Cristo.

Almir Resende
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Almir Hildegardes Resende nasceu em Uberaba, Minas Gerais, em 12 de dezembro de 1960. É casado há 19 anos com Djelma Maria Alves Resende, com quem teve dois filhos, Nayara e Renan. Formado em Engenharia Civil, é atualmente servidor público, com cargo efetivo de auditor fiscal, na Receita Estadual de Minas Gerais. Desde a infância convive com o espiritismo e a sensibilidade mediúnica, que o direcionou, nos últimos anos, ao trabalho de psicografia subordinada ao treinamento específico dos espíritos, com o objetivo de exercitar e aprimorar a própria sintonia psíquica, o que resultou numa clareza maior na captação e entendimento das mensagens induzidas por outros campos mentais. Co-fundador do Núcleo de Estudos Espírita Joanna de Ângelis, instituto voltado para o pensamento evolucionista da doutrina espírita, o autor realiza um trabalho consciente e disciplinado, cuja vontade de aprender e servir culminou neste primeiro romance espírita (Entre o abismo e as Estrelas), transmitido por Alexandre. 

Ana Paula Ferraz
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Ana Paula Ferraz nasceu em Assis, interior de São Paulo, no dia 23 de fevereiro de 1980, e se mudou para Marília aos quatro anos. No início de 1998, foi estudar na África do Sul, onde concluiu o ensino médio. Em 1999, de volta ao Brasil, recebeu uma proposta para dar aulas de inglês em uma pequena escola recém-inaugurada na cidade de Marília. Na época, não tinha pretensão de seguir carreira na área, mas acabou decidindo aceitar o trabalho. O emprego, que de início fora aceito apenas como uma ocupação temporária, acabou lhe revelando uma grande vocação; e, no final de 2003, ela graduou-se em Letras pela Universidade de Marília.
A carreira de escritora, contudo, é um desejo que a autora reconhece ter tido desde criança. O desejo um tanto tímido da infância foi ficando mais intenso na adolescência, entre um elogio e outro de sua professora de redação. Na universidade, a vontade acabou por consolidar-se, e ela chegou a receber incentivo dos professores para que desse início à sua obra. Mas foi somente em agosto de 2007 que Ana Paula Ferraz realmente se envolveu com a produção de um livro. As idéias foram fluindo tão rapidamente, e a inspiração foi tão intensa, que ela acabou escrevendo a trilogia Os Soberanos da Luz”. Hoje, leciona Língua Inglesa para mais de 700 adolescentes do ensino fundamental, em uma escola da cidade de Osasco, na Grande São Paulo, e vê sua primeira obra sendo publicada.

Anna Gurgel
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Anna Gurgel nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 17 de maio de 1941.
Aos 13 anos despertou sinais de um dom “estranho” que, de maneira compulsiva, a fazia preencher os cadernos escolares com mensagens assinadas “pelos mortos,” o que lhe provocou grande acanhamento até atingir a maturidade.
Hoje compreende e utiliza este canal quando a inspiração lhe chega para repassar ensinamentos e confortar os corações.
A arte de escrever é sua forma de expressão em poesia ou prosa.
Como escritora é autodidata. Uma bailarina clássica que, além de dançar, sempre gostou da palavra escrita.
Já percorreu muitos caminhos na literatura escrevendo desde romances de ficção a livros de auto-ajuda, passando pelo estudo da filosofia oriental e esotérica com muitos poemas publicados.

Anna Ponzetta
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Filha de imigrantes italianos, Anna Ponzetta nasceu na ciade de São Paulo, em 1962. Suas primeiras manifestações da mediunidade ocorreram aos nove anos de idade, por meio dos fenômenos da vidência, faculdade que conserva até os dias de hoje. Ainda na pré-adolescência conheceu a umbanda por intermédio de uma tia, que é médium ativa. Mesmo vivenciando a mediunidade desde cedo, só teve oportunidade de praticá-la aplicadamente já na fase adulta. Em 1996 aproximou-se da doutrina espírita e passou a dedicar-se aos estudos. Logo vieram os trabalhos mediúnicos práticos, as palestras, as primeiras mensagens inspiradas pela espiritualidade e o reconhecimento e identificação de seus mentores mais próximos. Ensaiava aí os passos iniciais para uma colaboração com espíritos com os quais mantém uma afinidade que parece ter-se iniciado há várias encarnações. Nessa época, começou a receber as primeiras psicografias inspiradas pelo espírito Pai Inácio.
Há dois anos, por intuição de seus mentores, decidiu retomar seu caminho na umbanda, após um novo e necessário processo de aperfeiçoamento mediúnico, com ajuste às vibrações das novas tarefas. Paralelamente, prosseguiu com o trabalho de recepção das mensagens enviadas pelos autores espirituais, desta vez destinadas à composição de obras literárias, na esperança de contribuir para o esclarecimento e a compreensão das realidades do mundo espiritual.

Anne Givaudan e Daniel Meurois

Sinopse:  O casal Guivaudan preenche uma lacuna na árvore frondosa da Metafísica. Seu trabalho se torna inestimável pela excelência do tema - essênios - e sua mensagem excelsa, a decodificação da história insólita, pela técnica segura e sábia da projeção. Ambas as ciências, a que estuda e a que se estuda, são objetos das chamadas ciências alternativas, tão em voga na atualidade.
O que se estuda nesta obra singular: uma civilização extraordinária, pré-cristã, sábia, humana, destinada a ser um povo "paralelo" em meio aos povos históricos. Sua grandeza, suas vivências e seu humanismo são sobejamente explorados pela pena extraordinária dos autores.
Dir-se-ia, uma viagem no Tempo-Espaço onde essa civilização da Rosa floresceu e plenamente preparou seu rebento mais nobre para a cruz da Terra. A rosa era para os essênios a Alma na Cruz do Corpo. Durante o relato, os autores conduzem-nos no fluxo de um rio que desliza suavemente entre as barrancas da Iniciação essênia. Cresce o rio e agiganta-se entre a vida e os propósitos da cabalística civilização, e por fim espraia-se nos recônditos do grande além de Dentro religioso, onde os pergaminhos do Mar Morto revelarão, ao longo deste século, o que aqui é vivenciado pelo casal, no fascinante ritmo de Luz, Vida e Amor.
A beleza e castidade da arte literária dos autores soma-se a essência metafísica do livro. Acima de tudo, esta obra expõe o relato de um povo sagrado entre tantos povos profanos da Terra e de tal forma se faz importante que há que lê-lo não apenas saboreando a força magnética e o teor vibratório de suas linhas, sobretudo as entrelinhas onde a força dos Essênios reside expressando a alma sempinterna do Kristos por todo o segundo milênio que se findou.

Paulo Duboc
Professor, pesquisador em ciências Metafísicas e Astrológicas .

Bezerra de Menezes

Sinopse:  Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, conhecido popularmente como Dr. Bezerra de Menezes ou simplesmente Bezerra de Menezes (Riacho do Sangue, actual Jaguaretama, 29 de Agosto de 1831 — Rio de Janeiro, 11 de Abril de 1900), foi um médico, militar, escritor, jornalista, político e expoente da Doutrina Espírita no Brasil.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bezerra_de_Menezes

C. W. Leadbeater
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Charles Webster Leadbeater nasceu em Londres, em fevereiro de 1847, e ainda menino mudou-se para o Brasil com o pai, que era empreiteiro de obras de estradas de ferro. Ao retornar ao seu país de origem, iniciou os estudos na Universidade de Oxford, mas foi obrigado a deixar a faculdade por motivos de ordem familiar. Aos 31 anos, recebeu a insígnia de sacerdote anglicano, como mérito pelos estudos teológicos, tendo exercido suas funções até 1833, quando abandonou o sacerdócio ao entrar em contato com os ensinamentos da Teosofia. Seguiu Helena Blavatsky para a Índia, onde desenvolveu seus poderes psíquicos. Autor de uma grande coletânea de livros e artigos da literatura teosófica e esotérica, advindos de suas investigações clarividentes, morreu aos 87 anos, na Austrália, deixando editados: Os Chakras, O Homem Visível e Invisível, Química Oculta, A Vida Interna e diversos outros considerados célebres.

Carlos Antonio Fragoso Guimarães
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br
Coautor(es):
Carlos Alberto Tinoco

Sinopse:  Nascido em João Pessoa, Paraíba, Carlos Antonio Fragoso Guimarães formou-se em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba, tendo cursado mestrado em Sociologia pela mesma instituição, onde também lecionou. É autor dos livros Carl Gustav Jung e os Fenômenos Psíquicos e Evidências da Sobrevivência. Dedica-se ao estudo e ensino, notadamente nas áreas de Psicologia e Epistemologia, tendo igualmente pesquisado sobre fenômenos psíquicos e filosofia. É atualmente professor de Epistemologia do Departamento de Ciências Biológicas e da Saúde, CCBS, da Universidade Federal de Campina Grande, e também psicólogo do Ministério Público, no mesmo estado.

Carlos Eduardo Milito
E-mail: dumilito@gmail.com

Sinopse:  Carlos Eduardo Milito nasceu na cidade de São Paulo, em 1964. Seu primeiro contato com o espiritismo se deu quando, ainda criança, frequentava sessões de umbanda com seus pais. Mais tarde, conheceu outros centros kardecistas, onde teve oportunidade de iniciar-se na doutrina. Desde jovem utilizou a literatura de Kardec e de Chico Xavier como embasamento de seus estudos. Por atuar há mais de 20 anos na área de informática, especificamente no desenvolvimento de sistemas, diz que as explicações da evolução do espírito pelas sucessivas vidas reencarnatórias também obedecem a uma lógica. “Com a pluralidade das existências, tudo se explica. O sistema é perfeito”, explica o autor. Em 2004 foi intuído a escrever um romance, mas somente em 2006 consolidou a idéia. Começou assim a nascer Na Oficina do Tempo, em que, apesar de ter idealizado a ficção, acredita não terem sido suas as palavras que narram vários acontecimentos da vida celestial.

Cel. Alexandre Braghine


Chiang Sing

Sinopse:  Glycia Modesta de Arroxellas Galvão se ocultou durante anos sob o pseudônimo de Chiang Sing, com o qual ficou conhecida na imprensa brasileira. Escritora nascida no Rio de Janeiro, em 1924, filha de célebres jornalistas e bisneta do barão de Rio Apa, estudou no Colégio Sacre Coeur de Marie e recebeu austera orientação de uma preceptora alemã, com quem aprendeu vários idomas. Desfrutou, portanto, de uma primorosa educação que lhe possibilitou acesso ao mundo das artes e da literatura. Após a morte dos pais, saiu do Brasil, percorrendo durante trinta anos países como China, Senegal, Tibete, Índia, Japão, Egito e parte da Europa. De volta ao Rio de Janeiro, começou a publicar suas fantásticas experiências no Oriente, além de vários romances como Nefertiti, um dos mais importantes livros de sua vitoriosa carreira literária, para o qual destinou sete anos de intensivas e minuciosas pesquisas. Falecida em 2002, aos 78 anos, Chiang Sing deixa como herdeiros a cunhada, Dayse Soares de Arroxellas Galvão, e os sobrinhos, Nádia, Cláudia e Gláucio Carlos, que autorizaram a reedição desta bela obra histórica.

Daniel Meurois-Givaudan
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br


Davidson Lemela
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Davidson Lemela nasceu em 1953 na cidade de Santos, estado de São Paulo, onde se casou e reside até hoje. Formado em Eletrônica e Computação de Sistemas, área em que atuou durante muitos anos, cursou também Psicologia, na Universidade Católica de Santos, e posgraduou-se em Terapia de Vida Passada pela Sbtvp, onde exerce atualmente o cargo de diretor científico. Espírita há mais de 30 anos, tornou-se um estudioso das obras de Kardec, bem como de outros autores que complementam a Doutrina. Como supervisor de cursos de formação na Sbtvp, promove palestras e organiza workshops, tanto com abordagem espírita como dentro de temas ligados à Terapia de Vida Passada. Atualmente atende em consultório particular como psicoterapeuta em Tvp.

Diamantino Fernandes Trindade
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Diamantino Fernandes Trindade é professor de História da Ciência dos cursos de Física e Química do Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo, professor de Epistemiologia da Ciência e do Ensino do curso de Pós-graduação em Formação de Professores para o Ensino Superior, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, professor de Química, tendo atuado em diversas universidades e escolas paulistas, especialista em Estudos Brasileiros, mestre, doutor e pós-doutor em Educação, e autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre temas dessas áreas. Além de cientista extremamente respeitado no meio acadêmico, é sacerdote umbandista experiente e conhecedor dos mistérios e tradições dessa religião genuinamente brasileira, com anos de prática mediúnica norteada pelo amor e caridade. É considerado o maior historiador da umbanda, tendo dedicado vários anos de sua vida em pesquisas, respaldadas pelos conhecimentos práticos.

Eduardo Augusto Lourenço
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br
Coautor(es):
Irmã Teresa de Jesus

Sinopse:  Eduardo Augusto Lourenço nasceu em 1975, na cidade de São José do Rio Preto, São Paulo, mas mudou-se para Fernandópolis, onde passou toda a infância e adolescência. Formou-se em Publicidade e Propaganda, e pós-graduou-se em Administração e Marketing, na capital paulista. Por “capricho do destino”, foi morar na mesma rua onde está situada a Federação Espírita Brasileira, quando então teve contato com a doutrina espírita e passou a frequentar os cursos de introdução ao espiritismo, assistir palestras e participar das sessões de passe.
Em 1999 foi para a cidade de Americana, no interior de São Paulo, onde frequentou diversas casas espíritas. Em 2003, com a fundação da Associação Espírita Mensageiros de Luz, em que é o atual dirigente, começou a trabalhar mediunicamente e aprimorar as mediunidades de cura, psicografia e psicofonia. Por ter sido criada com o objetivo de amparar e equilibrar o indivíduo quanto aos aspectos emocional, psicológico e espiritual, revivendo a pergunta 919 de O Livro dos Espíritos: “Conhece-te a ti mesmo”, diz-se que a Associação foi fundada por uma coincidência “providenciada” na mesma data em que se comemora o dia da saúde mental.
Foi após a fundação dessa instituição espírita que o autor começou a psicografar. Sua primeira obra, Tempo de Despertar, é composta por mensagens recebidas durante as reuniões mediúnicas, com o objetivo de fazer despertar o auto-conhecimento, o otimismo e a caridade nos assistidos.
Outras obras psicografadas por Eduardo Lourenço são: O Ser Consciencial, Ajuda-te e o Céu te Ajudará e O Homem Transcendental.

Edward Bulwer-Lytton

Sinopse:  Sir Edward G.D. Bulwer-Lytton, o mais jovem dos três filhos do general William Earle Bulwer, e de Elizabeth Barbara Lytton, nasceu em 25 de maio de 1803, no nº 31 de Baker Street, em Londres. Dentro de um ano, a sra. Bulwer buscou legalmente a guarda do menino na corte de Chancery, devido ao temperamento explosivo de seu marido. Naquela ocasião, o governo britânico, prevenindo-se contra uma invasão napoleônica, designou o general Bulwer como comandante militar de Lancashire, para preparar a defesa do condado. Entretanto, em 07 de julho de 1807, o general Bulwer faleceu antes que pudesse receber o título de par do reino, em reconhecimento por seus serviços ao país.
Em 1812, a viúva enviou Edward à escola do dr. Ruddock em Fulham, mas em virtude do mau tratamento ali, ela o transferiu para a escola do dr. Hooker em Rottingdean. Apesar de sua precocidade e de seu amor
pelos livros, herdado da mãe, ele não concluia nada de forma acadêmica, e sua mãe se preocupava que estivesse mal preparado para a universidade
No verão de 1820, enquanto Bulwer estudava latim, grego, história e retórica com o reverendo Charles Wallington em Ealing, preparando-se para cursar a universidade de Cambridge, apaixonou-se profundamente por uma moça conhecida pelos demais apenas como "Lucy D.". Antes que o relacionamento pudesse ultrapassar o estágio platônico, "a misteriosa jovem desapareceu de repente, um dia, levada por seu pai, e aprisionada por um casamento malfazejo", levando o jovem Edward a uma melancolia byroniana. Três anos mais tarde, a jovem escreveu a Bulwer que ainda o amava - e estava morrendo.
Em 1833, ao viajar pela Inglaterra, ele fez uma peregrinação a seu túmulo em Ullswater. A experiência parece que o curou da melancolia. Posteriormente, enquanto estava em Knebworth, teve um breve caso com a ex-namorada de Lord Byron, Lady Caroline Lamb, que "conduziu diretamente à tortura vitalícia de seu casamento com a protegida dela, Rosina Wheeler".
Em 1820, instigada por sua mãe, a firma londrina J.Hatchard & Filho publicou Ismael: uma história oriental e outros poemas, pelo qual, embora vendesse mal, o jovem Edward recebeu o reconhecimento de Sir Walter Scott.
Em 1822 ingressou no Trinity College de Cambridge. Enquanto estava ali, escreveu, ainda no estilo byroniano, Delmour ou a história de uma sílfide e outros poemas
Em julho de 1825 foi premiado com a medalha do Chanceler por seu poema Escultura. Nessa época, publicou também o romance Rupert de Lindsay e a coleção de poemas Ervas e Flores Silvestres(1826).
Recebendo o título de Bacharel em Arte, o jovem Edward viajou para Paris. Depois de um namoro com uma jovem parisiense bem-nascida, que sua mãe, anti-católica declarada, terminou, Edward retirou-se para os bosques em torno de Versailles, cavalgando e escrevendo poemas. Retornando a Londres, despediu-se rapidamente de sua melancolia mergulhando na vida de sociedade.
Numa festa, emcontrou Rosina Doyle Wheeler, uma jovem irlandesa bonita e inteligente, sobrinha do general Sir John Doyle. A atração mútua foi instantânea, e em 30 de agosto de 1827 casaram-se na igreja de St.James, em Londres, com muito desgosto de sua mãe. Passaram os próximos dois anos em Reading, felizes apesar do fato de que a renda de Rosina era de apenas 80 libras por ano, e a mãe dele tinha suspendido seu auxílio. Sua primeira filha, Emily, nasceu nessa época.
Entre 1827 e 1835, seus gastos somavam 3.000 libras por ano, um estilo de vida extravagante que forçou Bulwer a tornar-se um escritor prolífico. Durante esses anos, escreveu treze romances, dois longos poemas, quatro peças, uma história social da Inglaterra desde a virada do século, uma história de Atenas em três volumes, as histórias coletadas em O Estudante (1835); editou o New Monthly Magazine (1831-2) e publicou anonimamente numerosos ensaios na Edinburgh Review, Westminster Review, Monthly Chronicle, The Examiner e Literary Gazette.
Seu primeiro romance, o melancólico Falkland (1627), de tom byroniano, não conseguiu despertar o interesse do público, mas Pelham, ou as Aventuras de um Cavalheiro (1828), romance de costumes e da vida elegante, inaugurou sua carreira de fluente e popular romancista. A mãe do herói, Lady Frances, que possuia um estilo vivo e sofisticado de escrever cartas, baseado no de Lord Chesterfield, ajudou a instituir uma nova moda para trajes de noite, pois no romance ela preferia o preto, contrariando o popular azul.
Em Os Rejeitados (1828), o jovem romancista utilizou suas próprias experiências de juventude com os ciganos que ficavam perto da propriedade de sua mãe, e de sua estada na França. Seu quarto romance, Devereux (1829), ambientado no reinado da Rainha Ana, foi sua primeira tentativa no gênero romance histórico. Em 1830, publicou seu primeiro romance criminal, Paul Clifford, que foi o início de seus "romances de idéias", sendo nesse caso a reforma judicial. Em 8 de novembro de 1831 nasceu o filho de Bulwer, Robert. Tornou-se mais tarde um diploma de grande sucesso e ótimo poeta.
Sua história criminal de cunho psicológico, baseada em fatos reais, Eugene Aram (1832) levantou uma tempestade de protestos, porque fazia de herói um homicida (um estudioso autodidata).
Em 1833 publicou Godolphin, romance que é sua primeira incursão nos temas de ocultismo. Essa enorme produção, que incluía poemas como Os Irmãos Siameses (1831) e romances, prejudicou o casamento de Bulwer. Apesar do sucesso de Os Últimos Dias de Pompeia (1834), Bulwer não podia parar de trabalhar; ficava frequentemente irritado e negligenciava a família. Depois de muitas discussões violentas, ele e Rosina separaram-se legalmente em 1836. Ela continuou a importuná-lo pelo resto de sua vida, e sobreviveu a ele.
A viagem à Itália com Rosina em 1833-34 foi o fim do idílio conjugal, mas essa experiência, conjugada às consideráveis leituras de Bulwer sobre a historia medieval e clássica resultaram não somente em seu romance, que fez sensação, sobre a destruição da infausta cidade de lazer romana em 79 aC, mas também no romance em três tomos Rienzi, ou O Último Tribuno Romano (1835), passado na Itália medieval, e seu estudo em dois volumes Atenas, Esplendor e Queda (1837).
Os cinco anos que se seguiram à separação de Rosina em 1836 encontraram Bulwer escrevendo não apenas prosa e poesia, mas também peças em versos. Nesse meio tempo, ele continuava a escrever romances mesclando a metafísica com suas observações pessoais sobre a alta sociedade contemporânea - Ernest Maltravers (1837), Noite e Manhã (1841), e Zanoni (1842)
Além de escrever e viajar, Bulwer-Lytton fez uma carreira política de sucesso, servindo duas vezes no Parlamento, na Câmara dos Comuns - primeiro como radical, durante onze anos, desde 1831, e depois de um hiato de onze anos, como conservador, de 1852 a 1866, quando ingressou na Câmara dos Lordes.
De natureza tímida e reservada, a surdez crescente de Bulwer o fez mais e mais distanciar-se do olhar do público. Vivia parte do ano sozinho em Knebworth, e o resto no continente, nas águas termais que auxiliavam sua saúde já precária. Era-lhe difícil acompanhar os debates na Câmara do Lordes, embora fizesse o possível.
As honrarias continuavam a chover: a Ordem de St.Michael e St.George (1870), um Doutorado em Leis honoris causa de Oxford (1864), a reitoria da Universidade de Glasgow (1856) e até o oferecimento do trono da Grécia, que ficara vago com a abdicação do rei Oto. Durante o outono de 1872, seu filho Robert e a nora, voltando de uma missão diplomática no estrangeiro, permaneceram com Bulwer na Turquia. Quando partiram, em 4 de jáneiro de 1873, ele começou a queixar-se de dores cruciantes e barulho terrível nos dois ouvidos; poucos dias depois, ficou cego. Na noite de 17 de janeiro, teve convulsões, e morreu dormindo no dia seguinte, vítima da infecção auditiva de que sofrera durante anos e finalmente atingira o cérebro. Em 25 de jáneiro, foi enterrado na Abadia de Westminster.
Bulwer-Lytton possuía um profundo e genuíno conhecimento de ocultismo e magia, que vinha de extensas leituras e sua participação da Ordem Rosacruz.
Em Zanoni, ele descreve a magia branca. Bulwer-Lytton declarava que esse romance representava a expressão integral de seu pensamento. Pode ser considerado um romance de idéias rosacruz. Trouxe para o público do século XIX a fascinação intemporal da tradição alquimista rosacruz.
O interesse que despertavam as obras de Lytton repousa essencialmente em suas idéias, o que as faz permanecem relevantes até hoje.

Eneida de Almeida
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Eneida Tristão de Almeida nasceu em São Manuel, interior de São Paulo. Mudou-se para a capital paulista aos oito anos de idade, onde viveu até o início de 2009. Estudou no Colégio Sion, tradicional da cidade, e desde criança foi ligada às artes, à música, destacando-se na pintura em tela, para a qual dedicou 20 anos de sua vida. Embora tenha se especializado na área, tornando-se professora de artes, sua principal atividade esteve ligada ao estudo das religiões e do espiritualismo, tendo trabalhado ininterruptamente para acumular experiência e conhecimento. A necessidade de compartilhar com os leitores os frutos desse importante acervo, adquirido em mais de 30 anos de trabalho, levou-a à elaboração desta obra. Eneida Tristão de Almeida desencarnou no momento em que Introdução ao Espiritualismo era finalizado em nossas oficinas, e agora o recebe do outro lado da vida convicta de ter realizado o seu sonho.

Ernesto Bozzano


Fernando Rabelo

Sinopse:  O responsável pela criação do Setor de Hipnose do Hospital Municipal Miguel Couto, no Rio de Janeiro, é médico formado pela Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil, no ano de 1977.

Fez residência médica em Cardiologia no Hospital de Cardiologia de Laranjeiras com um grupo ligado à escola cardiológica do professor Carvalho de Azevedo e se diplomou como cardiologista clínico pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Exerceu clínica médica e cardiologia por uma década. E nos últimos dez mudou de especialidade, fazendo formação em Psicoterapia Comportamental e em Psiquiatria Reflexológica com o grupo ligado ao dr. Maurício Schüller.

É dessa época o início das atividades em hipnoterapia, na qual adquiriu conhecimento autodidaticamente. Depois, tornouse membro da Sociedade de Hipnose de Minas Gerais, filiada à International Hypnosis Society, como sócio fundador.

Complementando sua formação, fez Curso de Formação de Acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa do Instituto de Acupuntura do Rio de Janeiro (IARJ) e de Medicina Ortomolecular, promovido pelo dr. Jorge Martins de Oliveira, didata da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Francisco Martins

Sinopse:  FRANCISCO MARTINS, é advogado em São Paulo, militante espírita há 30 anos. Autor de vários livros, entre eles os romances “TESTEMUNHA DO PASSADO” e “UMA ESCOLHA FELIZ”, editados em 1999, 2001 e 2002. Atualmente ministra cursos e palestras em diversas casas espíritas.

Frederick S. Olivier
Coautor(es):
W. Scott-Elliot


Gabriel Delanne
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  François-Marie Gabriel Delanne nasceu em 1857 e viveu num ambiente em que se estudava e praticava o espiritismo. Seus pais, Alexandre Delanne e Marie Alexandrine Didelot, faziam parte de um grupo de médiuns que se reunia em casa a fim de manter contato com o plano espiritual. Portanto, convivendo intimamente com as faculdades mediúnicas de sua mãe, e de outros adultos, desenvolveu-se precocemente a ponto de, aos oito anos de idade, substituir o pai em uma reunião em que recebeu os participantes como um adulto, explicando o que seria necessário para que o encontro transcorresse na mais perfeita ordem. Teve uma ligação significativa com Kardec, que dispensava a ele mimos de um avô e a quem considerava “seu mestre”. Conheceu e trabalhou com vários outros estudiosos, a exemplo de Charles Richet, León Denis e Paul Bodier. E escreveu as obras: O Espiritismo perante à Ciência, O Fenômeno Espírita, Pesquisas sobre Mediunidade, A Alma é Imortal e As Aparições Materializadas dos Vivos e dos Mortos, além de ter participado ativamente do movimento espírita de sua época. Desencarnou em 1926, aos 69 anos.

Geraldo Ráiss

Sinopse:  Geraldo Ráiss nasceu no ano de 1959 em Tambaú, uma pequena cidade do interior paulista. Aos dezoito anos mudou-se para Campinas, onde cursou a Faculdade de Administração de Empresas, na Pontifícia Universidade Católica.
Sempre intrigado com as meias respostas em relação ao comportamento humano e à própria existência do homem neste planeta, justificados geralmente com dogmas e pensamentos ultrapassados, resolveu então estudar as obras de Allan Kardec e ficou fascinado diante da simplicidade com que assuntos polêmicos eram tratados, decidindo adotar a Doutrina Espírita como fonte de conhecimento e estudo.
Autodidata, somente no ano de 1999 percebeu que aflorava dentro de si o "desejo de escrever". Surgiram, então, os primeiros poemas, alguns dos quais frutos de psicografia. Foi tomado por um "forte estímulo", que o impulsionou a escrever o seu primeiro livro "Buscando uma Saída".
Segundo suas próprias palavras, seu desejo é continuar levando às pessoas mensagens de esperança e de reflexão acerca de assuntos e situações difíceis que fazem parte da vida cotidiana "para que juntos possamos compreender a vontade do Pai, respeitando o nosso semelhante e a nós mesmos, mantendo vivas as palavras de Cristo".

Gilda Moura
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Gilda Moura é psicóloga clínica e hipnóloga, com muitos anos de estudos sobre fenômenos anômalos.
Foi co-diretora com a Fundação Kairos, da Universidade de Illinois, em Chicago, Estados Unidos, em um estudo de seis anos sobre Estados Alterados da Consciência e Mapeamento Cerebral, em que pesquisou quatro grupos no Brasil: contatados/abduzidos, cirurgiões paranormais, médiuns, e integrantes da Igreja de Santo Daime. Os resultados foram publicados em trabalhos científicos nos Estados Unidos, em Portugal, e agora no Brasil.
Realizou extensas viagens de estudos e trabalhos, sendo conferencista em congressos no Brasil, Estados Unidos, Argentina, Chile e Portugal. É consultora científica do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência (Cte), da Universidade Fernando Pessoa, na cidade do Porto, em Portugal. É consultora científica, membro-fundadora e ex-vice-presidente da Associação Portuguesa de Hipnose Clínica Experimental (Imaginal), consultora da Alubrat Portuguesa, membro da diretoria da Academy of Close Encounters Therapist (Accet-Usa) e consultora da Revista Ufo. Publicou as obras UFO – Contato Alienígena e O Rio Subterrâneo, pela Editora Nova Era.

Hercílio Maes

Sinopse:  Hercílio Maes, ­médium de Ramatís, nas­ceu e viveu em Curitiba, Paraná, por 80 anos (1913 - 1993). Completou três anos do curso de Medicina, que inter­rom­peu por ­razões de saúde, vindo a for­mar-se pos­te­rior­men­te em Direito, pro­fis­são que exer­ceu para­le­la­men­te à de Contador.
Aos 30 anos, após ver aflo­rar sua mediu­ni­da­de, teve con­ta­to com Ramatís, com o qual pos­suía laços espi­ri­tuais de remo­tas eras. Ciente do com­pro­mis­so de tra­ba­lho assu­mi­do antes de seu reen­car­ne, pas­sou a psi­co­gra­far atra­vés da mediu­ni­da­de intui­ti­va a série de obras de Ramatís, que abran­ge temas iné­di­tos e des­per­ta­do­res, de fácil recep­ti­vi­da­de ao lei­tor por apre­sen­tar, de manei­ra aces­sí­vel, o conhe­ci­men­to ini­ciá­ti­co mile­nar.
Universalista e estu­dio­so das mais diver­sas cor­ren­tes espi­ri­tua­lis­tas, Hercílio Maes foi maçon, rosa-cruz e teo­so­fis­ta. Paralelamente à tare­fa de psi­co­gra­fia, foi ­médium recei­tis­ta de rara efi­ciên­cia. Através da Radiestesia, em que era peri­to, aten­dia com o recei­tuá­rio homeo­pá­ti­co gra­tui­to cen­te­nas de enfer­mos por sema­na em um peque­no cen­tro espí­ri­ta de Curitiba. Só acei­ta­va, via de regra, pacien­tes desen­ga­na­dos da Medicina; os mais neces­si­ta­dos saíam com a pró­pria medi­ca­ção for­ne­ci­da por ele.
A ­legião de casos com­ple­xos, exó­ti­cos e “incu­rá­veis” resol­vi­dos com assis­tên­cia de uma equi­pe de médi­cos do Espaço nunca foi men­cio­na­da por Hercílio, cujo traço mar­can­te de tem­pe­ra­men­to e de vida era a sim­pli­ci­da­de. Caracterizava-se pela índo­le gene­ro­sa e a sin­ge­le­za espi­ri­tual com que aco­lhia a todos e encan­ta­va audi­tó­rios nas pales­tras que mes­cla­vam conhe­ci­men­to trans­cen­den­tal e per­ma­nen­te bom-humor.
Deixou neste plano a espo­sa, Dª Eleonora Maes, com­pa­nhei­ra de todas as tare­fas, três ­filhos (Iara, Zélia e Mauro) e ­vários netos.

Hur-Than de Shidha


Ivana Moraes
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br


Ivanir Sanches
E-mail: ivanirsanches@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Ivanir Sanches nasceu na cidade de Palmital, estado de São Paulo, mas aos seis anos mudou-se para Osasco, onde estudou e descobriu sua paixão pela arte e literatura. Ainda muito jovem começou a ler Monteiro Lobato, Érico Veríssimo, Jorge Amado e poemas de J. G. de Araújo Jorge. Na adolescência, as páginas de seus cadernos eram cheias de quadrinhas e desenhos coloridos; foi quando então se apaixonou por Vinícius de Moraes. Formou-se em Desenho, Artes Plásticas, Educação Artística e Matemática; freqüentou inúmeros cursos de extensão universitária no campo das ciências humanas, exatas e artísticas.
Em 1974 começou a freqüentar as sessões espíritas realizadas por um grupo de médiuns, o qual posteriormente foi intitulado GRAJE (Grupo de Apoio João Evangelista). A pesquisa e os estudos espíritas lhe proporcionaram uma visão mais ampla da realidade extra-sensorial, e acabou por prepará-la para a escrita mediúnica. Com a ajuda de amigos espirituais, escreveu duas belas obras: Almas Gêmeas e A Sacerdotisa da Esperança.

J. W. Rochester
Coautor(es):
Vera Kryzhanoviskaia

Sinopse:  John Wilmot nasceu na Inglaterra em 10 de abril de 1647 e tornou-se Conde de Rochester aos 11 anos com a morte do pai, Henry Wilmot, que deixou para ele apenas o título e pouca herança.
Era menino muito disciplinado e inteligente e aprendia com facilidade. Foi aluno exemplar na escola primária. Seus professores o classificavam como “um jovem que prometia” e ressaltavam sua natureza virtuosa, sempre disposto a acatar o conselho dos mais velhos.
Em 1660, aos 13 anos, foi para Oxford estudar no Wadham College, de onde saiu com o título de “Master of Arts”, partindo em viagem para a França e a Itália.
Tinha todas as qualidades necessárias para ressaltar-se na sociedade de seu tempo. Aos 16 anos, tornou-se um jovem culto, muito bem educado, charmoso e adornado com uma natural modéstia que o tornava encantador, além de desfrutar de feições extremamente atraentes.
Mas, aos 17 anos, já estava engajado nas intrigas da Corte do Rei Charles II, de quem tornara-se homem de confiança. Daí por diante, fantásticas histórias circulavam com o seu nome: raptou Elizabeth Mallet e foi preso, mas casou-se com ela aos 19 anos e teve quatro filhos; desfrutou inúmeras aventuras amorosas com cortesãs e senhoras da alta sociedade; fez amizades literárias; aventurou-se como médico e astrólogo; indispôs-se com o Rei e participou de alguns duelos.
Rochester sentia um enorme ódio pela frívola sociedade inglesa, pois detestava a imoralidade “nos outros”, mas permitia-se todos os desatinos. Aos 30 anos, quase cego, muito doente e coxo, conseguiu recuperar-se e retornou à vida tresloucada em Londres.
Aos 33 anos, após desfrutar de todas as paixões desenfreadas, já agonizante, chamou um sacerdote e iniciou sua última aventura: a busca de Deus. Naquele “testamento espiritual”, Rochester deixou registrado o remorso e a mágoa pelo tempo desperdiçado com loucuras inomináveis e declarou que, do fundo de sua alma, abominava todo o curso de sua existência devassa.
No fim da vida, Conde de Rochester, há mais de 300 anos atrás, já demonstrava intuição da idéia de reencarnação, quando dissertava: “O mais certo é que a alma comece de novo, e que a lembrança do que ela fez neste corpo, registrada nos desenhos do cérebro, tão logo seja desalojada, desapareça, e a alma seja levada a algum novo estado para começar novo ciclo”.
Regressando à pátria espiritual, Rochester resolve enviar, através da médium russa Vera Kryzhanovskaia, mensagens de que o espírito sobrevive e reencarna tantas vezes quantas necessárias ao seu reajuste cármico e segundo as leis de Deus, apresentando aos leitores belíssimas histórias de reforma íntima no ser encarnado.

Jacinta Machado de Carvalho

Sinopse:  Nasci em Natal, Rio Grande do Norte, em novembro de 1965, sob o signo de Escorpião.
Jamais me conformei com meias palavras e respostas incompletas, tendo sempre a necessidade de ir a fundo em tudo que aprendia.
Comecei o curso de Ciências Sociais na UFRN em 1985. Queria ser Arqueóloga. Descobri depois que iria estudar Sociologia, Antropologia e Ciência Política e podia ser Bacharel. Mas de Arqueologia, só uma cadeira no curso inteiro. Eu não queria mudar o destino do país com a "luta armada" ou discussões políticas. Então, abandonei o curso no terceiro ano e, como boa nordestina, parti em busca de vida melhor no Sudeste.
Duvidava que existisse um Deus, num mundo de tantas injustiças sociais e sofrimentos. Minha alimentação, com tanto trabalho e tanta pressa, era quase sempre bife com alface e arroz. Gostava também de sanduíches, fáceis de encontrar em qualquer parte, de preferência hamburguer com bastante bacon e maionese. Sem falar no maço de cigarros, consumido todo dia...
Por esse motivo, ao conhecer a alimentação vegetariana, senti necessidade de aprender mais sobre aquele universo novo de sabores maravilhosos, que pela primeira vez eu conhecia.
Então era possível achar uma comida gostosa, mesmo que não tivesse carne no prato? Essa não era comida dos "hippies" e dos "naturebas"? Mas não era! Era deliciosa, e todos os meus sentidos se pronunciaram em coro: "É isso mesmo!"
Comecei, então, a comprar livros sobre o assunto e aprender, enquanto trabalhava num restaurante natural, a fazer, conservar e combinar os alimentos. No meio da avalanche de descobertas que se precipitou em minha vida, nessa época, entendi que Deus era o Todo, e também as partes, e no mais profundo do meu Ser encontrei as respostas que tanto buscava.
O resultado foi a profunda melhoria no nível de saúde da minha família e uma vida, daí em diante, baseada na certeza de que esse era o caminho certo e não o que meus avós e meus pais me ensinaram. O coroamento desta decisão é a saúde do meu filho de 5 anos, que já nasceu sem comer carne.

Jack London
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Jack London nasceu em São Francisco, na Califórnia, em 12 de janeiro de 1876. Seu verdadeiro nome era John Griffith Chaney. Ele adotou o sobrenome do padrasto, John London, um veterano da Guerra Civil, depois de ter passado uma infância marcada pela pobreza e muita dificuldade. Talvez por isso tenha freqüentado a escola somente até os quatorze anos, optando pelo trabalho informal, que lhe proporcionou experiências inusitadas.
Com o dinheiro ganho em pequenos empregos, ele comprou um barco, o Razzle Dazzle, com o qual se aventurou na pesca ilegal de ostras, e logo conquistou o título de “príncipe dos piratas de ostras”, como ficou conhecido na Califórnia. Na verdade, London pretendia escapar da vida dura de “burro de carga”, conforme dizia. E realmente conseguiu ganhar dinheiro – em uma semana, ganhava mais do que viria a receber, futuramente, durante um ano inteiro como escritor em início de carreira. Mas renunciou ao ofício de pescador pelo risco iminente de ser preso, o que acabou acontecendo mais tarde em Niagara Falls, sob a alegação de vadiagem.
Jack London exerceu muitas “profissões”, mas, ao mesmo tempo em que se descobria um homem sem profissão definida, alimentava uma curiosidade aparentemente insaciável: lia tudo o que lhe caía nas mãos, de Nietzche a Babeuf, com direito aos clássicos de Fourier e Proudhon, até que teve acesso ao Manifesto Comunista de Marx e Engels e converteu-se à causa operária, cultivando um socialismo para uso próprio – curiosa mistura de luta de classes, conceitos nietzchianos e crença na superioridade dos anglo-saxões sobre o restante da humanidade. Ficou conhecido por sua oratória nas ruas e participação em marchas de protesto de desempregados.
Sua personalidade agitada não conseguiu segurá-lo por mais que alguns meses na Universidade da Califórnia, em Berkeley, pois “a busca, sem paixão, de um conhecimento sem paixão” o entediava. Então, aos 21 anos, no auge da “febre do ouro” no Alaska, decidiu tornar-se garimpeiro e partiu a bordo do SS Umatila, acompanhado e patrocinado por um cunhado que era capitão. Depois de um mês de prospecção de ouro, fixou-se em Henderson Creek, numa cabana, e ficou conhecido entre os garimpeiros por sua boa fama de contador de histórias. No ano seguinte, começou a apresentar sérios sintomas de escorbuto, em razão da escassez de frutas e vegetais frescos naquela região. Como não conseguia mais trabalhar e precisava seriamente de assistência médica, decidiu voltar para casa. Mesmo doente remou por 1500 milhas ao longo do rio Yukon, num pequeno barco, até chegar a Saint Michael, onde tomaria um navio.
Uma insaciável vontade de viver, um indomável espírito de exploração e uma incansável busca de horizontes e experiências novas moveram Jack London em sua trajetória de vida. Sua estada no Alaska, embora não o tivesse tornado um homem rico, como pretendia, representou um filão precioso de material para algumas de suas futuras e mais famosas histórias: The Call of the Wild (O Chamado da Selva), White Fang (Caninos Brancos) e Burning Daylight (Sol Ardente).
Em seu retorno a Oakland, descobriu que o padrasto havia falecido. Então, a reponsabilidade de sustentar a mãe e um sobrinho o levou a procurar emprego fixo. Sem sucesso e desesperado, vendeu o que pôde de seus pertences e, finalmente, começou a escrever. Embora fosse talentoso, só conseguiu vender seu primeiro conto, uma história do Alaska intitulada To the Man on Trail, depois de batalhar muito. Foi, então, o início de sua carreira como escritor.
A partir daí, com obstinada decisão, estabeleceu para si a meta de escrever, no mínimo, mil palavras por dia. Assim procedendo, conseguiu produzir inúmeras obras e artigos sobre temas variados durante dezesseis anos. Em 1900, publicou seu primeiro livro – The Son of the Wolf (O Filho do Lobo). Nesse mesmo ano, casou-se com Bess Maddern, movido mais pelo sentimento de companheirismo do que propriamente por amor. Com ela, teve duas filhas, Joan e Bess, mas divorciou-se três anos depois. Em 1905, casou-se com Charmian Kittredge, sua secretária; desta vez por amor. Parceira de suas inúmeras viagens, projetos e aventuras, ela serviu de inspiração para muitas de suas personagens femininas. Incentivada por ele, Charmian também escreveu suas próprias obras – The Log of the Snark, Our Hawaii e The Book of Jack London – três livros sobre sua vida e suas experiências.
Na companhia de Charmian, London obteve certa estabilidade e, a partir de então, publicou os romances que lhe trouxeram fama definitiva – O Chamado da Selva, em 1905, Caninos Brancos, em 1906, e Sol Ardente, em 1910. Em 1907, embarcou com a mulher para uma viagem ao redor do mundo, pelo Pacífico, num pequeno barco chamado Snark. Embora não tenha completado a turnê, chegou à Austrália e aos Mares do Sul em 27 meses e obteve preciso material para romances e contos sobre as culturas da Polinésia e da Melanésia, como The Cruise of the Snark (O Cruzeiro do Snark), lançado em 1911. Contribuiu para quebrar o preconceito contra a lepra, ao mesmo tempo em que popularizou o Havaí como ponto turístico.
Jack London foi um dos escritores americanos mais populares, mais lidos e mais bem remunerados de sua época; foi uma celebridade que freqüentava assiduamente os noticiários com sua brilhante e controvertida personalidade. Normalmente bem-humorado e brincalhão, ele sabia ser combativo quando necessário, e se colocava sempre ao lado da parte mais fraca contra a injustiça e a opressão de qualquer tipo. Era um orador eloqüente e usava a tribuna para defender o socialismo, o voto feminino e outras questões sociais. Esta sua posição mais amadurecida provavelmente foi resultado do tempo em que ele se dedicou ao estudo das condições de vida dos trabalhadores e da população pobre de East End, na Inglaterra, e que lhe rendeu a produção da obra The People of the Abyss (O Povo do Abismo), em 1903, sucesso nos Estados Unidos e, compreensivelmente, objeto de crítica na Inglaterra.
Apesar de posicionar-se como um socialista fervoroso, London não deixou de obter e usufruir do sucesso no mundo capitalista. Em 1905, decidiu estabelecer-se em definitivo no Vale da Lua, onde adquiriu terras com mata, fontes, riachos, canions e muita vida selvagem. Ele amava a vida rural, criava animais, cultivava vinhedos. Tinha idéias avançadas sobre fazendas auto-sustentáveis e as colocou em prática, introduzindo técnicas, culturas e modelos inovadores. Uma parte significativa de seus últimos livros – Burning Daylight, Valley of the Moon, Little Lady of the Big House – tratavam dos prazeres simples da vida do campo.
Mas um incêndio, cuja causa não foi esclarecida, consumiu tragicamente a Wolf House (Casa do Lobo) que o escritor havia construído para a família, na fazenda do Vale da Lua. Deprimido com a destruição de seu sonho e com o abalo financeiro, decidiu voltar a escrever. Com um adiantamento editorial, construiu um pequeno estúdio, onde continuou a produzir artigos, contos e romances, solicitados por um crescente público leitor em vários países. Em 1915, Charmian o persuadiu a passar alguns meses no Havaí, mas sua verdadeira paixão era a fazenda e os planos de aumentar sua produção.
Jack London tinha problemas renais que o incomodavam há anos. E embora os médicos o sugerissem constantemente a mudar de hábito alimentar, ele não os obedecia. Em 1916, no dia 22 de novembro, ele faleceu de uremia gastro-intestinal, aos 40 anos. Nos curtos dezesseis anos, que vão de 1900 a 1916, o autor produziu e publicou mais de cinqüenta livros, entre ficção e não-ficção, centenas de contos e numerosos artigos sobre diversos temas. Foi traduzido em setenta línguas e continua até hoje a ser lido no mundo inteiro. Milhões de leitores se fascinaram com suas histórias de aventura. Sua própria vida, entretanto, foi tão ou mais aventuresca que sua obra. Escreveu contos antológicos como To build a Fire, um clássico do gênero, e editou várias coletâneas de contos, como The Son of the Wolf (O Filho do Lobo), The God of his Fathers (O Deus de seus Pais), Children of the Frost (Filhos do Gelo), Love of Live (Amor à Vida), Lost Face (A Face Perdida), The House of Pride and Other Tales of Hawaii e On the Makaloa Mat. Seus romances mais conhecidos, além dos citados “O Chamado da Selva”, “Caninos Brancos” e “O Lobo do Mar”, primeiro longa-metragem americano, são “O Tacão de Ferro”, “O Povo do Alaska”, “John Barleycorn”, “Martin Éden” e “O Andarilho das Estrelas”, cuja edição temos o prazer de oferecer ao público leitor.

Jan Val Ellam

Sinopse:  Jan Val Ellam é o pseudônimo de Rogério de Almeida Freitas. A escolha do pseudônimo deve-se a nomes que expressam páginas do passado espiritual do autor terreno das obras ou, como ele mesmo se descreve, "um simples escrevente, um homem menor da Terra que está sendo utilizado para falar de coisas do céu".

Janete Marie Monteiro Figueiredo
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Janete Marie Monteiro Figueiredo nasceu em Cuiabá, estado do Mato Grosso, em 1946, mas, aos quatro meses de idade mudou-se para o Rio de Janeiro. Seus pais eram kardecistas, e desde jovem ela teve contato com os livros de Allan Kardec, Ramatís e Chico Xavier. Em 1986, começou a psicografar romances e histórias infantis, entre elas A Vida num Jardim Encantado, A Cidade da Felicidade, e Téo, o Ônibus Xereta, todos de Irmã Scheilla. Especializou-se em parapsicologia e ciências mentais. É membro da Academia Pan-Americana de Letras e Artes e Academia de Artes Ciências e Letras da Ilha de Paquetá, acadêmica fundadora. Recebe atualmente psicografias de espíritos diversos, principalmente do romancista brasileiro Joaquim Manuel de Macedo (seu mentor), para que sejam publicadas em forma de livro.

Jayme Ottilio de Castro
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br
Coautor(es):
Armindo

Sinopse:  Jayme Ottílio de Castro é mineiro de Leopoldina, e muito cedo, ainda menino, perdeu a mãe num desencarne prematuro. Passou a viver com os tios e se mudou para Santo Antonio de Pádua, cidade fluminense, onde residiu na adolescência e se formou professor primário, estudando à noite e trabalhando durante o dia. Continuou os estudos em Duque de Caxias. Lá seguiu carreira no magistério e conheceu Sandra, com quem se casou e teve dois filhos. Muito estudioso e persistente, conseguiu se formar, mesmo casado, e hoje é pós-graduado na área de Educação.
O autor de “Nas Pegadas do Amor” conhe­ceu o Espiritismo por inter­mé­dio de ami­gos, mas não lhe deu gran­de impor­tân­cia por causa da for­ma­ção cató­li­ca, mesmo sen­tin­do os efei­tos do fenô­me­no mediú­ni­co. Mas “como tudo tem sua hora”, afir­ma ele, ao ingres­sar defi­ni­ti­va­men­te na Doutrina Espírita, dedi­cou-se de corpo e alma, tor­nan­do-se um tra­ba­lha­dor assí­duo.
Jayme Ottílio é ­médium psi­có­gra­fo atuan­te na Seara do Senhor; rece­be uma infi­ni­da­de de men­sa­gens edi­fi­can­tes dos Irmãos de Luz e, em par­ce­ria com Armindo, espí­ri­to com­po­nen­te da equi­pe de frei Fabiano de Cristo, psi­co­gra­fou os ­livros “Folhas Secas”, “Nas Pegadas do Amor” e “Samira”, em fase de aca­ba­men­to. Hoje, diri­ge o Centro Espírita Nosso Lar, na cida­de de Teresópolis, que rea­li­za uma bela obra de cari­da­de com base nos ensi­na­men­tos do Mestre Jesus.

José Henrique Motta de Oliveira
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  José Henrique Motta de Oliveira é jornalista, mestre em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj), membro da Sociedade Brasileira de Pesquisa História (Sbph) e da Associação Brasileira de História da Religião (Abhr). Umbandista há mais de 15 anos, foi iniciado na Ordem de Umbanda do Cruzeiro do Sul e dirige a Cabana de Pai Pescador das Almas, na cidade do Rio de Janeiro. É conselheiro do Conselho Nacional da Umbanda do Brasil (Conub).

Leal de Souza
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Antônio Eliezer Leal de Souza nasceu em Livramento (antiga Santana do Livramento), Rio Grande do Sul, em 24 de dezembro de 1880. Quando jovem, foi alferes e participou da Guerra de Canudos, mas desligou-se do Exército, já cansado de sofrer prisões por combater o governo de Borges de Medeiros. Passou então a dedicar-se ao jornalismo em Porto Alegre. Depois de algum tempo na área, mudou para o Rio de Janeiro e resolveu cursar Direito, sem concluí-lo. Naquela cidade, destacou-se como diretor e repórter dos jornais A Noite, Diário de Notícias e A Nota.
Foi um participante ativo e dedicado, durante dez anos, da Tenda Nossa Senhora da Piedade, e amigo pessoal de Zélio de Moraes, dali se afastando por ordem e em boa paz, a mando do Caboclo das Sete Encruzilhadas, para dirigir a Tenda Nossa Senhora da Conceição.
Leal de Souza desencarnou em 1948, no Rio de Janeiro, deixando as seguintes obras publicadas: O Album de Alzira, Almanaque Regional, Bosque Sagrado, Canções Revolucionárias, No Mundo dos Espíritos (considerado realmente o primeiro livro sobre umbanda lançado no Brasil), A Biografia de Getúlio Vargas, A Rosa Encarnada (romance espírita), a Transposição dos Umbrais, entre outros.

Leny W. Saviscki
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br
Coautor(es):
Vovó Benta

Sinopse:  Objetivando desmistificar preconceitos referentes à umbanda, como também mostrar a simplicidade de que ela se reveste, vez ou outra a Espiritualidade desce ao plano terreno.
Desta vez, travestido de preta velha, e designando-se Vovó Benta, mais um trabalhador da luz nos relata, em seus escritos, casos corriqueiros de atendimentos realizados nos terreiros de umbanda deste Brasil a fora, traduzindo o alento que essas almas abnegadas nos trazem com sábios conselhos ou mandingas, sempre auxiliando na evolução dos filhos da Terra.
Ao mesmo tempo em que mostra a característica de diferentes locais onde se pratica a umbanda na sua diversidade, o espírito Vovó Benta retrata, nesta obra, que os seres humanos, independentemente de classe social, credo ou sexo, sofrem as mesmas dificuldades, e que o remédio reside no íntimo de cada um.
Nestes escritos, Vovó Benta procura mostrar que a psicologia dos pretos velhos está em ensinar a pescar, nunca em dar o peixe pronto. Sem soluções mágicas ou receitas prontas, eles procuram, por intermédio de seus sábios aconselhamentos, instigar a reforma íntima, condição primordial para a evolução de todos os seres pensantes do planeta.
Casos simples, contados de maneira simples, mas que alcançam o coração das pessoas. Essa é a maneira como costuma se manifestar Vovó Benta, que se denomina “mandingueira”, mas que, na verdade, traz a sabedoria de que se revestem os sábios magos brancos pertencentes às correntes fraternas das bandas de Aruanda.

Levi H. Dowling

Sinopse:  Sinopse não disponível.

Luciana Motta
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br
Coautor(es):
Mariana

Sinopse:  Luciana Motta nasceu em 1973, na cidade de São Paulo. Formou-se em Marketing pela Universidade Anhembi-Morumbi. Trabalha atualmente no setor de Vendas ao Governo, em uma editora de livros didáticos.
Aos vinte anos começou a estudar a doutrina espírita, até que certo dia sentiu que “alguém” lhe falava ao ouvido. Então teve início esta primeira obra.

Luciano Munari
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Luciano Ricardo Munari nasceu em 1966 em São Roque, estado de São Paulo, e se formou em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina, no Paraná. Desde muito cedo revelou-se um reencarnacionista convicto, e já aos 15 anos ingressou no espiritismo dando início ao seu desenvolvimento mediúnico no Centro Espírita Fé em Deus, em Sorocaba. De lá para cá, participou de várias atividades mediúnicas em diversas casas, em que se servia sempre da profissão para prestar a caridade. Trabalhou no Hospital Espírita de Marília, na Clínica de Repouso Santa Helena, em Garça, foi coordenador do programa de Saúde Mental à Luz do Evangelho, no Centro Espírita Varanda da Luz, e médium de psicofonia no Centro Espírita Chama Divina. Especializou-se em Medicina Antroposófica e Terapia de Vida Passada, área em que atua desde 1995. Atualmente é vice-presidente da Sbptv e trabalha como psiquiatra e psicoterapeuta em Tvp em sua clínica na cidade de Marília.
Luciano Munari é casado, tem dois filhos, e dá seqüência às suas pesquisas como médico do corpo e da alma. Pretende lançar outras obras sobre o Evangelho e os conceitos de saúde mental e psicopatologia.

Ludwig Schwennhagen
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Com a ciência arqueológica ainda engatinhando no país, o Nordeste foi palco de inúmeras visitas de pesquisadores, nas primeiras décadas do século XX, que procuravam ali sinais de antigas civilizações. O mais extraordinário deles foi o filósofo e historiador austríaco Ludwig Schewennhagen, que explorou a região amplamente durante 20 anos e deixou artigos e um livro publicado, sobre o resultados de suas experiências e descobertas. Mas, por falta de recursos para divulgação, sua obra não alcançou o eixo Rio-São Paulo, para onde são direcionados os grandes estudos da historiografia oficial brasileira. Consciente da importância de sua tese e confiante na fidelidade daquilo que afirmava, o professor Ludwig Schwennhagen então se viu diante de uma difícil empreitada, abstraiu-se e deixou o país. Originais de diversos trabalhos não publicados, bem como de conferências proferidas por ele em vários estados, encontram-se em acervos oficiais do estado do Piauí, região-alvo de suas experiências, disponíveis para consulta e andamento das pesquisas.

Luis Carlos Rapparini
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br
Coautor(es):
Eusébio

Sinopse:  Luís Carlos Rapparini, 39 anos, casado e pai de três filhos, participa ativamente do trabalho mediúnico há vinte. Busca unir estudo doutrinário espírita à religião umbandista, instigando o aprendizado e a compreensão dos fenômenos interativos entre os dois planos, à luz da mensagem dos orixás. Integra o grupo de colaboradores do Recanto de Caridade Nossa Senhora das Graças desde a sua fundação em 1992.

Manoel Philomeno de Miranda

Sinopse:  Manoel Philomeno Baptista de Miranda nasceu em Conde, na Bahia, em 1876. Diplomou-se em Ciências Econômicas, pela Universidade Federal daquele estado. Ajudava sempre aqueles que o procuravam, pudessem ou não retribuir os seus serviços profissionais. Interessou-se pelo estudo e prática do espiritismo, após ter sido curado com passes e água fluidificada prescritos pelo médium baiano Saturnino Favila. Mesmo modesto, não pôde impedir que suas atividades sobressaíssem nas diversas frentes de trabalho que empreendeu em favor da Doutrina Espírita. Dedicou-se com empenho às reuniões mediúnicas, especialmente às de desobsessão. Salientava como imprescindível o preparo adequado dos trabalhadores para o intercâmbio espiritual, resguardado na oração, na vigilância e na moralidade superior. Retornando à pátria espiritual, foi estudar mais profundamente as alienações por obsessão e as técnicas de desobsessão, e então foi convidado por Joanna de Ângelis a dar sua valiosa contribuição ao trabalho redentor, por intermédio do médium Divaldo Franco, que dele recebeu várias obras, como Nos Bastidores da Obsessão, Trilhas da Libertação, Grilhões Partidos, Nas Fronteiras da Loucura, Entre os Dois Mundos e outras. Desencarnou em 1942, testemunhando a grandeza da alma imortal.

Marcelo Gutierrez

Sinopse:  Marcelo Gutierrez, natural de São Paulo onde reside desde 1967, é administrador de empresas, formado pela faculdade Ítalo-Brasileira e pós-graduado em marketing pela Universidade Ibirapuera. Iniciou seus contatos mediúnicos aos 17 anos, quando ocorreu sua primeira incorporação.
Por sua conduta pacífica e interessada, recebe aconselhamento fraterno do Senhor Pena Dourada, espírito de grande coração e elevada condição espiritual.
Com o aprimoramento do contato mediúnico, começou a perceber a presença de diversas entidades espirituais que cercava-o de carinho e atenção, preparando-o para a futura tarefa mediúnica da psicografia. Dentre eles, um jovem de aspecto nobre, trajando roupas do século XVI, identificou-se por Luis Romero. Em pouco tempo, firmou-se a parceria necessária para escrever esse primeiro livro.

Marco Antonio Petit
E-mail: marcopetit@ibest.com.br

Sinopse:  Marco Antonio Petit de Castro nasceu em de maio de 1957 e começou a pesquisar o Fenômeno UFO a partir de 1975, apesar de seu interesse pelos discos voadores desde a infância. Em 1979 foi premiado no Primeiro Encontro Nacional de Teses Ufológicas, no Rio de Janeiro, ao apresentar um trabalho em que relacionava os discos voadores à origem da humanidade. Desde tenra idade, já formulava uma das teses mais revolucionárias da Ufologia Brasileira para explicar a origem dos discos voadores, a missão de seus tripulantes e sua relação com a humanidade terrena.
Em 25 anos de pesquisas, já registrou mais de 70 objetos voadores não identificados e obteve cerca de 90 fotos desses avistamentos, recordes mundiais incontestáveis.

Em 1990, publicou sua primeira obra independente, "Os Discos Voadores e a Origem da Humanidade", em que apresentava sua teoria sobre a origem extraterrestre dos seres humanos. Em 1998, lançou, seu segundo livro, "Terra - Laboratório Biológico Extraterrestre".

Considerado um dos mais importantes ufólogos brasileiros, Petit é autor de dezenas de artigos em revistas especializadas e um dos mais requisitados conferencistas para eventos na área.

Maria Teodora Ribeiro Guimarães
E-mail: sbtvp@sbtvp.com.br

Sinopse:  Dra. Maria Teodora Ribeiro Guimarães é médica psiquiatra, formada em 1974, trabalhando com Terapia de Vida Passada desde 1981. Fez curso de formação em TVP na Association for Past-Life Research and Therapy, Califórnia, EUA. É membro fundador e didata supervisor da Sociedade Brasileira de Terapia de Vida Passada – SBTVP . Atualmente trabalha como psiquiatra e psicoterapeuta em TVP em sua clínica particular, na cidade de Campinas, S.P. É co-autora do livro “Terapia de Vida Passada – uma abordagem profunda do Inconsciente”, de 1990. É também autora do volume I desta obra “Curso de Formação de Terapeutas”, de 1995, do livro “Viajantes – histórias que o tempo conta”, de 1998 e também da obra “Tempo de amar".

Mariléa de Castro
E-mail: estrelas@via-rs.net
Coautor(es):
Autores diversos

Sinopse:  A astróloga Mariléa de Castro é professora de português e literatura, e especialista em História da Arte e Literatura Infanto-Juvenil.
Ramatisiana desde o início dos anos 60, coordena o Grupo de Estudos Ramatís, de Porto Alegre.
Trabalhou por 30 anos em grupos mediúnicos. coordenou o “Centro Universalista Karnac”, dirigiu a Gráfica e Editora Karnac e o restaurante vegetariano Irmão Sol, também em Porto Alegre. É palestrante em seminários e congressos espiritualistas; dá cursos de culinária vegatariana.
Editou em 1987/88 o jornal Informativo Ramatís, e além de artigos em coletâneas como Apometria Hoje e Tudo que Vive é seu Próximo, publicou o Guia do Brasileiro Pelado em Paris (Editora Artes e Ofícios) e o livreto Paz e Amor, Bicho (Editora do Conhecimento).

MItzi Pereira Ponce de León
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Mitzi nasceu em 15 de outubro de 1931, na cidade do Rio de Janeiro. Casou-se ainda menina, aos 16 anos, com José Ponce de León, com quem teve seis filhos, que se desdobram em 12 netos e dois bisnetos. Dedicou parte de sua juventude a cursos e estudos espiritualistas, tais como parapsicologia, metafísica, relações humanas, entre outros. Aos 37 anos, recebeu a direção da Cruzada Espiritual Feminina nacional das mãos de Diamantino Coelho Fernandes, que fundou a instituição por inspiração do apóstolo Thomé. Desde então, reúnem‑se ali pessoas interessadas em vibrar pelo planeta Terra, meditar, relaxar e receber tratamento de cura por meio da harmonização dos chacras. O grupo realiza ainda visitas de assistência aos lares de famílias necessitadas de conforto espiritual.
Aos 77 anos, Mitzi Ponce de León continua em plena atividade mediúnica, psicografando mensagens dos irmãos Thomé, Antônio de Pádua, Francisco de Assis e Maria de Nazaré.

Mme. Ernest Bosc


Nicolas Fabiano
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Nascido no Rio de Janeiro, Nicolas Fabiano reside atualmente nos Estados Unidos, onde procura colocar em prática os planos traçados em sua carta de vida, baseados no comprometimento com o trabalho junto aos desencarnados que se encontram presos às zonas de vibração mais densas do planeta, assim como na divulgação das idéas de cunho espiritualista universalista, contrárias à segregação filosófica, científica ou religiosa.
A equipe de espíritos desencarnados à qual está engajado realiza tarefas que vão desde o resgate e doutrinamento de irmãos desencarnados nas zonas umbralinas e treinamento de voluntários para essas tarefas, até o resgate de espíritos que se apresentam na forma ovóide, cujos tratamentos são realizados na colônia espiritual que auxiliou a estabeler durante seus períodos de desdobramento consciente. Apesar de encarnado, participa dessas tarefas, colaborando da melhor maneira que pode e que seu entendimento o permite.

Patricia Barz e Geraldo Magela Borbagatto


Ramatís
Coautor(es):
América Paollielo Marques e Wanda Baptista
Hercílio Maes
Maria Margarida Liguori
Norberto Peixoto

Sinopse:  Uma Rápida Biografia

A ÚLTIMA ENCARNAÇÃO DE RAMATIS
SWAMI SRI RAMATIS

Parte I

Na Indochina do século X, o amor por um tapeceiro hindu, arrebata o coração de uma vestal chinesa, que foge do templo para desposa-lo. Do entrelaçamento dessas duas almas apaixonadas nasce uma criança. Um menino, cabelos negros como ébano, pele na cor do cobre claro, olhos aveludados no tom do castanho escuro, iluminados de ternura.

O espírito que ali reencarnava, trazia gravada na memória espiritual a missão de estimular as almas desejosas de conhecer a verdade. Aquela criança cresce demonstrando inteligência fulgurante, fruto de experiências adquiridas em encarnações anteriores.

Foi instrutor em um dos muitos santuários iniciáticos na Índia. Era muito inteligente e desencarnou bastante moço. Já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu "Ramaiana", (neste poema há um casal, Rama e Sita, que é símbolo iniciático de princípios masculino e feminino; unindo-se Rama e atis, Sita ao inverso, resulta Ramaatis, como realmente se pronuncia em Indochinês) Um épico que conte todas as informações dos Vedas que juntamente com os Upanishades, foram as primeiras vozes da filosofia e da religião do mundo terrestre, informa Ramatis que após certa disciplina iniciática a que se submetera na china, fundou um pequeno templo iniciático nas terras sagradas da Índia onde os antigos Mahatmas criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que ainda hoje, nenhum estrangeiro visita aquelas terras sem de lá trazer as mais profundas impressões à cerca de sua atmosfera psíquica.

Foi adepto da tradição de Rama, naquela época, cultuando os ensinamentos do "Reino de Osiris", o Senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas. Mais tarde, no Espaço, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de "Templários das cadeias do amor". Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas colônias invisíveis do além, junto a região do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia Oriental.

Os que lêem as mensagens de Ramatis e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabe o que representa o nome "RAMA-TIS", ou "SWAMI SRI RAMA-TYS", como era conhecido nos santuários da época. É quase uma "chave", uma designação de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas expressões que transcendem as próprias formas objetivas. Rama o nome que se dá a própria divindade, o Criador cuja força criadora emana ; é um Mantram: os princípios masculino e feminino contidos em todas as coisas e seres. Ao pronunciarmos seu nome Ramaatis como realmente se pronuncia, saudamos o Deus que se encontra no interior de cada ser.

Parte II

O templo por ele fundado foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque magnético pessoal dos futuros iniciados. Nesse templo ele procurou aplicar a seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores.

Na Atlântida foi contemporâneo do espírito que mais tarde seria conhecido como Alan Kardec e, na época, era profundamente dedicado à matemática e às chamadas ciências positivas. Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, no templo do faraó Mernefta, filho de Ramsés, teve novo encontro com Kardec, que era, então, o sacerdote Amenófis.

No período em que se encontrava em ebulição os princípios e teses esposados por Sócrates, Platão, Diógenes e mais tarde cultuados por Antístenes, viveu este espírito na Grécia na figura de conhecido mentor helênico, pregando entre discípulos ligados por grande afinidade espiritual a imortalidade da alma, cuja purificação ocorreria através de sucessivas reencarnações. Seus ensinamentos buscavam acentuar a consciência do dever, a auto reflexão, e mostravam tendências nítidas de espiritualizar a vida. Nesse convite a espiritualização incluía-se no cultivo da música, da matemática e astronomia.

Cuidadosamente observando o deslocamento dos astros conclui que uma Ordem Superior domina o Universo. Muitas foram suas encarnações, ele próprio afirma ser um número sideral.

O templo que Ramatis fundou, foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Alguns deles estão atualmente reencarnados em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre através desse toque misterioso, que não pode ser explicado na linguagem humana.

Embora tendo desencarnado ainda moço, Ramatis aliciou 72 discípulos que, no entanto, após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se a altura do padrão iniciático original.

Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, Índia, Grécia, China e até mesmo da Arábia. Apenas 17 conseguiram envergar a simbólica "Túnica Azul" e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático.

Em meados da década de 50, à exceção de 26 adeptos que estavam no Espaço (desencarnados) cooperando nos trabalhos da "Fraternidade da Cruz e do Triângulo", o restante havia se disseminado pelo nosso orbe, em várias latitudes geográficas. Destes, 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas três Américas (do Sul, Central e do Norte), e os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia.

Em virtude de estar a Europa atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns dos discípulos lá reencarnados emigrarão para o Brasil, em cujo território - afirma Ramatis - se encarnarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio.

A Fraternidade da Cruz e do Triângulo, foi resultado da fusão no século passado, na região do Oriente, de duas importantes "Fraternidades" que operavam do Espaço em favor dos habitantes da Terra. Trata-se da "Fraternidade da Cruz", com ação no Ocidente, divulgando os ensinamentos de Jesus, e da "Fraternidade do Triângulo", ligada à tradição iniciática e espiritual do Oriente. Após a fusão destas duas Fraternidades Brancas, consolidaram-se melhor as características psicológicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denominação para "Fraternidade da Cruz e do Triângulo" da qual Ramatis é um dos fundadores.

Supervisiona diversas tarefas ligadas aos seus discípulos na Metrópole Astral do Grande Coração. Segundo informações de seus psicógrafos, atualmente participa de um colegiado no Astral de Marte.

Seus membros, no Espaço, usam vestes brancas, com cintos e emblemas de cor azul claro esverdeada. Sobre o peito trazem delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria, na qual se ostenta um triângulo de suave lilás luminoso, emoldurando uma cruz lirial. É o símbolo que exalta, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na efígie do triângulo, a mística oriental.

Asseguram-nos alguns mentores que todos os discípulos dessa Fraternidade que se encontram reencarnados na Terra são profundamente devotados às duas correntes espiritualistas: a oriental e a ocidental. Cultuam tanto os ensinamentos de Jesus, que foi o elo definitivo entre todos os instrutores terráqueos, tanto quanto os labores de Antúlio, de Hermés, de Buda, assim como os esforços de Confúcio e de Lao-Tseu. É esse um dos motivos pelos quais a maioria dos simpatizantes de Ramatis, na Terra, embora profundamente devotados à filosofia cristã, afeiçoam-se, também, com profundo respeito, à corrente espiritualista do Oriente.

Soubemos que da fusão das duas "Fraternidades" realizada no espaço, surgiram extraordinários benefícios para a Terra. Alguns mentores espirituais passaram, então, a atuar no Ocidente, incumbindo-se mesmo da orientação de certos trabalhos espíritas, no campo mediúnico, enquanto que outros instrutores ocidentais passaram a atuar na Índia, no Egito, na China e em vários agrupamentos que até agora eram exclusivamente supervisionados pela antiga Fraternidade do Triângulo.

Parte III

Os Espíritos orientais ajudam-nos em nossos trabalhos, ao mesmo tempo em que os da nossa região interpenetram os agrupamentos doutrinários do Oriente, do que resulta ampliar-se o sentimento de fraternidade entre Oriente e Ocidente, bem como aumentar-se a oportunidade de reencarnações entre espíritos amigos.

Assim processa-se um salutar intercâmbio de idéias e perfeita identificação de sentimentos no mesmo labor espiritual, embora se diferenciem os conteúdos psicológicos de cada hemisfério. Os orientais são lunares, meditativos, passivos e desinteressados geralmente da fenomenologia exterior; os ocidentais são dinâmicos, solarianos, objetivos e estudiosos dos aspectos transitórios da forma e do mundo dos Espíritos.

Os antigos fraternistas do "Triângulo" são exímios operadores com as "correntes terapêuticas azuis", que podem ser aplicadas como energia balsamizante aos sofrimentos psíquicos, cruciais, das vítimas de longas obsessões. As emanações do azul claro, com nuanças para o esmeralda, além do efeito balsamizante, dissociam certos estigmas "pré-reencarnatórios" e que se reproduzem periodicamente nos veículos etéricos. Ao mesmo tempo, os fraternistas da "Cruz", conforme nos informa Ramatis, preferem operar com as correntes alaranjadas, vivas e claras, por vezes mescladas do carmim puro, visto que as consideram mais positivas na ação de aliviar o sofrimento psíquico.

É de notar, entretanto, que, enquanto os técnicos ocidentais procuram eliminar de vez a dor, os terapeutas orientais, mais afeitos à crença no fatalismo cármico, da psicologia asiática, preferem exercer sobre os enfermos uma ação balsamizante, aproveitando o sofrimento para a mais breve "queima" do carma.

Eles sabem que a eliminação rápida da dor pode extinguir os efeitos, mas as causas continuam gerando novos padecimentos futuros. Preferem, então, regular o processo do sofrimento depurador, em lugar de sustá-lo provisoriamente. No primeiro caso, esgota-se o carma, embora demoradamente; no segundo, a cura é um hiato, uma prorrogação cármica.

Apesar de ainda polêmicos, os ensinamentos deste grande espírito, despertam e elevam as criaturas dispostas a evoluir espiritualmente. Ele fala corajosamente a respeito de magia negra, seres e orbes extra-terrestres, mediunismo, vegetarianismo etc. Estas obras (15 Psicografadas pelo saudoso médium paranaense Hercílio Maes (sabemos que 9 exemplares não foram encontrados depois do desencarne de Hercílio... assim, se completaria 24 obras de Ramatís) e 7 psicografadas por América Paoliello) têm esclarecido muito os espíritos ávidos pelo saber transcendental. Aqueles que já possuem características universalistas, rapidamente se sensibilizam com a retórica ramatisiana.

Para alguns iniciados, Ramatís se faz ver, trajado tal qual Mestre Indochinês do século X, da seguinte forma, um tanto exótica:

Uma capa de seda branca translúcida, até os pés, aberta nas laterais, que lhe cobre uma túnica ajustada por um cinto esmeraldino. As mangas são largas; as calças são ajustadas nos tornozelos (similar às dos esquiadores).

Os sapatos são constituídos de uma matéria similar ao cetim, de uma cor azul esverdeado, amarrados com cordões dourados, típicos dos gregos antigos.

Na cabeça um turbante que lhe cobre toda a cabeça com uma esmeralda acima da testa ornamentado por cordões finos e coloridos, que lhe caem sobre os ombros, que representam antigas insígnias de atividades iniciáticas, nas seguintes cores com os significados abaixo:

Carmim - O Raio do Amor

Amarelo - O Raio da Vontade

Verde - O Raio da Sabedoria

Azul - O Raio da Religiosidade

Branco - O Raio da Liberdade Reencarnatória

Esta é uma característica dos antigos lemurianos e atlantes. Sobre o peito, porta uma corrente de pequenos elos dourados, sob o qual, pende um triângulo de suave lilás luminoso emoldurando uma cruz lirial. A sua fisionomia é sempre terna e austera, com traços finos, com olhos ligeiramente repuxados e tês morena.

Muitos videntes confundem Ramatís com a figura de seu tio e discípulo fiel que o acompanha no espaço; Fuh Planu, este se mostra com o dorso nu, singelo turbante, calças e sapatos como os anteriormente descritos. Espírito jovem na figura humana reencarnou-se no Brasil e viveu perto do litoral paranaense. Excelente repentista, filósofo sertanejo, verdadeiro homem de bem.

Segundo Ramatís, seus 18 remanescentes, se caracterizam por serem universalistas, anti-sectários e simpatizantes de todas as correntes filosóficas e religiosas.

Dentre estes 18 remanescentes, um já desencarnou e reencarnou novamente: Atanagildo; outro, já desencarnado, muito contribuiu para obra ramatiziana no Brasil - O Prof. Hercílio Maes, outro é Demétrius, discípulo antigo de Ramatís e Dr. Atmos, (Hindu, guia espiritual de APSA e diretor geral de todos os grupos ligados à Fraternidade da Cruz e do Triângulo) chefe espiritual da SER.

No templo que Ramatis fundou na Índia, estes discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à fisiologia do "duplo-etérico".

Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, dominando os fenômenos de levitação, ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele cenáculo de estudos espirituais. Mas o principal "toque pessoal" que Ramatis desenvolveu em seus discípulos, em virtude de compromisso que assumira para com a fraternidade do Triângulo, foi o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, para com todos os esforços alheios na esfera do espiritualismo.

Ele nos adverte sempre de que os seus íntimos e verdadeiros admiradores são também incondicionalmente simpáticos a todos os trabalhos das diversas correntes religiosas do mundo. Revelam-se libertos do exclusivismo doutrinário ou de dogmatismos e devotam-se com entusiasmo a qualquer trabalho de unificação espiritual.

O que menos os preocupa são as questões doutrinárias dos homens, porque estão imensamente interessados nos postulados crísticos.
Fonte: Marcus Cesar - MCPF

Roger Bottini Paranhos
E-mail: roger_bottini@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Roger Bottini Paranhos nasceu em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, onde reside desde 1969.
Formado em Administração de Empresas pela PUC e pós-graduado em Sistemas de Informação e Telemática pela Universidade Federal, trabalha no Banco do Estado do Rio Grande do Sul como analista de sistemas.
É médium desde a infância, quando passou a perceber a presença de espíritos necessitados e, posteriormente, de instrutores da Espiritualidade que o convocaram para o trabalho que ora realiza através da divulgação das verdades imortais.
Atualmente dedica-se em especial a missão de promover e divulgar a visão espiritual do terceiro milênio: o “Universalismo Crístico”, que é justamente o tema central de seu livro de mesmo título.

Roger Feraudy
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br
Coautor(es):
Mariléa de Castro

Sinopse:  Roger Feraudy, carioca de nascimento, reside desde 1961 em Petrópolis, Rio de Janeiro.
Odontólogo aposentado, é mais conhecido por sua atuação na área artística e literária.
Escritor versátil, com mais de uma dezena de obras publicadas, de prosa e poesia, algumas em sucessivas edições, é bastante conhecido especialmente pelos títulos “Serões do Pai Velho” (3ª ed.) e “Umbanda, essa Desconhecida” (3ª ed.), que já se tornaram clássicos da Umbanda Esotérica. Transita com facilidade por temas esotéricos diversos, como a origem do homem (“Religião e Cosmo”), os seres elementais (“Cyrne-História de uma Fada”), a Mãe do Mundo (“A Divina Mediadora”), extraterrestres (“Um Anjo está nas Ruas”) etc. Sensitivo de apurada percepção, pôde captar no campo extrafísico os registros com que compôs o romance ancestral verídico “A Terra das Araras Vermelhas”.
Com uma diversificada atuação na área musical, foi cantor profissional na década de 40. Nos anos 50/60 compôs música popular, e teve mais de 50 canções gravadas pelos maiores intérpretes da época, como Elizeth Cardoso (“Velhas Memórias”), Ângela Maria, Nora Ney, Dircinha Batista, Ivon Cury, Anisio Silva etc. Composições suas foram incluídas em filmes nacionais, como: “Desilusão”, com Anísio Silva, “Delicadeza” e “A Cara do Pai”, com Ivon Cury.
Criou em parceria diversos shows apresentados no Rio e em vários estados (“Pai Tomé de Luanda”, Naexetá”), revistas musicadas (“Mágica Maestro”), (“Nagô Naê”), e shows de bolso (“Os gregos não eram assim”, “Quem não chora não mama”, “Yes, nós temos bananas”). Em contraponto, fez a peça infantil musicada, de grande sucesso de público, “Alice e o Coelho Pimpão”. Integrando o “Samba Trio”, com Lombardi Filho e José Negrão, fez extensa turnê pela Europa e África Portuguesa.
Roger Feraudy pertence à Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni e Academia Neolatina e Americana de Artes do Rio de Janeiro, bem como à Ordem dos Músicos.
Universalista, com profundos conhecimentos na área esotérica, Roger conta décadas de trabalho e pesquisa no campo do espiritualismo, sendo uma autoridade na área da Umbanda Esotérica no Brasil.
Leonino, cumpre integralmente o destino solar da criação artística; de ascendente Sagitário, encara o desafio de mostrar novos horizontes do conhecimento espiritual.

S. V. Teixeira
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Sebastião Vieira Teixeira é sociólogo, com mestrado e doutorado nas áreas de Sociologia, Filosofia e Teologia, e conferencista com atuação em diversas instituições do país e do exterior. Após quase cinco décadas de pesquisas realizadas no Brasil e na França, Índia, Egito, Israel e Tibete, este professor universitário de 68 anos se dedica ao estudo dos aspectos transcendentais da terceira idade, cuja difusão considera essencial para que se atinja uma maturidade feliz e saudável.
Ao canalizar suas mensagens, S. V. Teixeira faz vir à tona múltiplas ferramentas de ação espiritual para que sejam utilizadas na maturidade, auxiliando o homem a lidar com este inquietante mundo novo.

Sebastião Anselmo

Sinopse:  Sebastião Anselmo nasceu em Santa Rosa de Viterbo, interior de São Paulo, em 1960. Desde muito jovem começou a se interessar pela literatura e por assuntos ligados à filosofia. Aos quinze anos já conhecia algumas obras de Shakespeare, Victor Hugo, Platão, Descartes, Honoré de Balzac, entre outros.
Seu primeiro contato com a Doutrina Espírita aconteceu aos 20 anos quando teve oportunidade de conhecer as obras de Allan Kardec e, posteriormente, de Emmanuel e André Luiz. Começou a escrever os primeiros textos para jornais e revistas espíritas logo em seguida e ganhou um espaço na seção "Histórias que a Vida Conta", da Folha Espírita. Foi nesta época que Augusto César Vanucci e Paulo Figueiredo, diretores da Rede Globo de Televisão, adaptaram um de seus textos para um quadro do programa "Fantástico"; o nome do episódio era "A Moça Vestida de Noiva", um conto que posteriormente o autor transformou em novela.
Sebastião Anselmo é autor de 14 livros onde narra suas experiências pessoais e o conhecimento advindo de seus estudos na busca pela sabedoria e iluminação espiritual.

Sidnei Carvalho
E-mail: carvaladv@uol.com.br
Coautor(es):
Bezerra de Menezes
Navarana

Sinopse:  Sidnei Soares de Carvalho é advogado e médium psicógrafo e psicofônico. Nasceu na cidade de São Paulo, onde reside atualmente. É casado com Maria Aparecida de Carvalho com quem tem 4 filhos.
Desde o início de sua iniciação espiritual, nesta atual encarnação, está fortemente ligado à obra do Amigo e Irmão Ramatís, bem como ao labor de Allan Kardec e de vários espíritos que iluminam os seres humanos neste momento decisivo que vive a humanidade.
É Universalista; estuda e trabalha em prol da unificação das diferentes correntes de pensamento existentes no orbe.
Há cerca de um ano, através do Espírito Navarana, teve ciência da tarefa por ele assumida, desde a Espiritualidade e passou a colaborar ativamente na implantação do Projeto Bandeirantes da Luz na Terra, que está despertando milhares de simpatizantes do Universalismo os quais vão aderindo ao trabalho da “Unificação no Amor”, ou seja, de união dos diversos segmentos religiosos, filosóficos e científicos em torno do Amor.

Silvana Freire Rodrigues
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Silvana Freire Rodrigues nasceu em Ponta Grossa, estado do Paraná, em 1961. Residiu sempre na mesma cidade, vindo a estabelecer-se apenas por algum tempo em Joinville, Santa Catarina, a trabalho. Graduou-se em Administração de Empresas, em 1985, pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, mas sempre exerceu a profissão de bancária, na qual permanece até o momento.
No início de 2006 tentou escrever sobre um tema que lhe surgia à mente com insistência. Ao perceber que conseguia passar para o papel o que intuía, começou a escrever com afinco e dedicação, vindo a elaborar este seu primeiro romance intitulado O Bracelete, cuja trama se desenrola no Brasil envolvendo personagens simples e acessíveis.
Em 2008, ao finalizar os últimos capítulos da obra, enviou-a à Editora do Conhecimento, surpreendendo-se pela boa acolhida que suas páginas receberam.
A autora pretende continuar a escrever sobre outros temas de cunho espiritua-lista com a mesma dedicação e empenho com os quais elaborou esta primeira bela obra inspirada pelo Alto.

Wallace Albino

Sinopse:  Wallacy Albino nasceu em 1968, na cidade de Santos (SP). Seu interesse por Ufologia começou com dois avistamentos, na década de 80. Em 1985, fundou o Grupo de Estudos Ufológicos de Santos (Geufos). Em 1994, foi diretor-geral do Grupo Ufológico do Guarujá (GUG). Dois anos depois, participou das investigações do "Caso Varginha", no sul de Minas Gerais, considerado uma das principais ocorrências ufológicas do Brasil.
Foi o principal pesquisador dos casos relacionados com os ataques dos "chupacabras" na região do litoral paulista. Atualmente, faz parte do grupo de consultores da Revista UFO e é presidente do Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista (GEUBS), hoje uma das entidades mais atuantes do gênero no Brasil.
Desde o início da década de 90, Wallacy desenvolve um importante trabalho sobre o misterioso fenômeno dos círculos ingleses, além de ter produzido, juntamente com o ufólogo Marco Antonio Petit, o documentário "Círculos Ingleses: O Enigma Continua...", onde reúne um vasto acervo sobre o tema que resultou nesta obra.

Wanderley Carlos Martins
E-mail: cartas@edconhecimento.com.br

Sinopse:  Wanderley Carlos Martins nasceu em Catanduva, estado de São Paulo, em 1940. É formado em História pela Universidade de São Paulo e Pedagogia pela Universidade de Franca. Escreveu em prosa as obras Mistérios do Som, Cartas do Poeta à sua Musa, Aspectos Transcendentais da Mitologia Grega, Em Busca da Verdade dos Mitos e Crônicas do Nosso Tempo. No campo da poesia escreveu Rastros na Areia, Novos Caminhos, Sol de Inverno, Prismas e Cantos do Homem Só. Dedica-se também à música, tendo escrito um quarteto de cordas, dois quintetos de sopros, peças para piano, violino, violoncelo, vozes, orquestra de cordas e muito mais.
Consta do Musicon, editado pela Unicamp em livros (1995/96 e 1998).


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