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50 Anos de "A Sobrevivência do Espírito" - 6/26/2008 - 8:26:10 AM

50 anos do lançamento de "A Sobrevivência do Espírito", do autor espiritual Ramatís, psicografada por Hercílio Maes.
A Editora do Conhecimento produzirá uma edição comemorativa, com tiragem limitada de 200 exemplares, em papel especial. Os 50 primeiros clientes a adquirir a obra levarão para casa um exemplar personalizado (seus nomes constarão no corpo do livro).




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A Teia
Dolores
Ksenia
O Perdão
Samadhi
 
Das Macumbas à Umbanda

Características do Livro


Título: Das Macumbas à Umbanda
Autor: José Henrique Motta de Oliveira
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 160
Categoria: Pesquisa histórica
Capa: 4 cores (Laminação fosca)
Acabamento: Costurado e Colado
ISBN: 978-85-7618-146-X
Edição: 1ª edição
Lançamento: Julho de 2008
Preço: R$ 30,00
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Sumário - Páginas 78-84

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Sinopse: Que relação pode haver entre Allan Kardec, São Jorge, Zé Pelintra, Getúlio Vargas, Zélio de Moraes e Jesus de Nazaré? Em Das Macumbas à Umbanda, José Henrique Motta de Oliveira, mestre em História Comparada pela Ufrj, refaz o caminho percorrido por antigos cultos cariocas, a fim de analisar o processo de legitimação da umbanda no seio da sociedade brasileira, à época do Estado Novo, período político ditatorial em que o cidadão comum busca a paz na religião.
Entre a “macumba”, culto que saltou das senzalas para os porões da casa grande, apresentando heranças do catolicismo popular e tradições afro-indígenas, e o kardecismo, com seu caráter normatizador e científico, a umbanda encontrou na sua institucionalização como religião o passaporte para o “mundo da ordem”, imposto pela ditadura Vargas. “O mundo do trabalho e da garantia dos direitos sociais se opõe ao ‘mundo da desordem e da malandragem’, representados por Zé Pelintra; Ogum (ou São Jorge) se afasta do caráter agrário das tradições africanas e torna-se, no Brasil, o guerreiro vencedor de demandas que conduz a umbanda aos planos mais elevados das religiões de maior prestígio social da época”, afirma o pesquisador.
Ao analisar a inserção de elementos da classe média urbana na “macumba” carioca, que mediaram códigos sociais, políticos e religiosos, a fim de transformar magia em religião, curandeiros em sacerdotes, assistencialismo em caridade, e prestigio político em respeitabilidade religiosa, o autor faz uma ampla abordagem do amálgama cultural que caracterizou esse período histórico em que a nação brasileira aceita a sua própria mestiçagem. Das Macumbas à Umbanda é, portanto, obra esclarecedora que enriquece a literatura espiritualista e comemora os 100 anos de existência institucional da umbanda.